Qui, 19 de dezembro de 2019, 14:40

Alunos de Cinema da UFS conquistam 3º lugar na Semana Paulistana do Curta-Metragem 2019
Evento realizado na cidade de São Paulo possuía mais de 300 inscritos

Aconteceu entre os dias 26 e 29 de novembro deste ano, a Semana Paulistana do Curta-Metragem 2019. O evento premiou quatro filmes de curta-metragem, sendo o quarto lugar oriundo de São Paulo. Com mais de 300 inscritos, o terceiro lugar foi conquistado por alunos do curso de Cinema da Universidade Federal de Sergipe (UFS).


Logomarca do festival (Arquivo Redes Sociais)
Logomarca do festival (Arquivo Redes Sociais)

Com mais de 300 inscritos, o curta-metragem intitulado “Era para ser o nosso road movie” de Carolina Timóteo, Clécia Borges, Júlia da Costa e Lucas Menezes, alunos de Cinema, ganhou o terceiro lugar pelo modo sutil como trata a ausência, como ela está presente nas imagens criadas e o perfeito domínio do tempo, segundo o júri técnico.


 Da esquerda para direita Julia da Costa, Clécia Borges, Lucas Menezes e Carolina Timóteo, autores do curta-metragem. (Foto: Rivandson Teles/Proex)
Da esquerda para direita Julia da Costa, Clécia Borges, Lucas Menezes e Carolina Timóteo, autores do curta-metragem. (Foto: Rivandson Teles/Proex)

Os filmes foram analisados através dos seguintes termos: qualidade técnica do curta-metragem; contribuição para o aprimoramento da linguagem audiovisual; forma inovadora de apresentação de conteúdo de valor social, político, cultural e artístico.

De acordo com Carolina Timóteo, o conhecimento sobre o festival veio através da internet e achou que seria uma ótima oportunidade para a exposição do trabalho. “É muito importante ter essa política pública, pois dá a oportunidade de, além de você exibir, ser premiado que é uma forma de incentivo”, afirma.

Julia da Costa diz que o filme é sobre uma menina que está precisando sair da cidade dela, pois não estava conseguindo produzir filmes. “É uma realidade que sentimos muito aqui em Aracaju”, relata. Da mesma forma pensa Lucas Menezes, complementando que “o filme é muito sobre impossibilidades” e aborda conflitos muito comuns de alunos de cinema.

Clécia Borges compartilha que o filme foi produzido com um celular a pedido do professor da disciplina para qual o filme foi produzido. Ela também afirma ser uma preparação, pois toda essa ideia vem justamente como uma forma de solução da precarização que os alunos sofrem por falta de suporte técnico.

Por Érica Xavier (Bolsista Proex)


Atualizado em: Qui, 19 de dezembro de 2019, 15:52
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